Terapia Comunitária - O que é?

A Terapia Comunitária é um espaço de partilha de vivências onde, através da palavra e da escuta respeitosa, os membros de uma comunidade vão construindo vínculos de apoio e soluções aos seus problemas cotidianos. É participando das conversações na Roda de Terapia Comunitária que se alcança a autonomia e a confiança por meio da ação terapêutica do próprio grupo, que relata e resgata suas histórias e experiências de vida na procura da solução dos conflitos pessoais.

Uma Roda de Terapia Comunitária é um grupo de ajuda mútua e um instrumento que permite construir redes sociais solidárias de promoção de vida e saúde, assim como a mobilização dos recursos e competências dos indivíduos.

29/07/10

"Como funciona a terapia comunitária?

Ao contrário das terapias tradicionais, centradas no indivíduo, a terapia comunitária também pretende melhorar as relações sociais dentro da comunidade." Esta é a manchete de uma reportagem sobre a TC que saiu na Revista Planeta Sustentável. O link é: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/saude/conteudo_293415.shtml
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12/07/10

Terapia Comunitária é política pública!

A TC foi aprovada na IV Conferência Nacional de Saúde Mental - Intersetorial, realizada entre 27 de junho e primeiro de julho de 2010 como política pública PRIORITÁRIA NACIONAL. Parabéns a todos que se esforçaram para isto e um agradecimento especial à Dra. Carmen de Simone, nossa querida companheira que tem aberto tantas portas e tantas rodas!
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03/07/10

Iº Simpósio Interno do Instituto Noos

No dia 19 de junho, o Instituo Noos promoveu seu primeiro simpósio interno. Num dos pontos altos do evento, uma mesa completamente composta por Terapeutas Comunitários.
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01/07/10

Prevenção ao Uso Indevido de Drogas

Na teleconferênia do curso de Capacitação para Conselheiros e Lideranças Comunitárias da SENAD, nossa querida Selma representa a TC!

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14/05/10

Retalhos Terapia Comunitária Parte 01

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02/01/10

Receita de ano novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido) para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?) Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumidas nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver. Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre. Carlos Drummond de Andrade
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03/12/09

Natal, Ano Novo, Festas?

Esta época do ano costuma ser atribulada para todos nós. Além das compras de Natal e afazeres, jantares, encerramentos, apresentações de final de ano, as famílias começam a se organizar para as habituais reuniões para as festas. E, aí, muitas vezes as festas não ficam tão festivas assim. Para as famílias onde ocorreram divórcios, novos casamentos, novos filhos, as festas costumas ter uma tal complexidade que muitas vezes o que ouvimos de nossos amigos, clientes e familiares é que melhor seria se não tivessem que pensar nisso. Por outro lado, algumas famílias conseguem sim administrar as novas realidades e encontrar maneiras de estarem juntos que alegrem a todos. Como é na sua família? Vamos continuar conversando sobre este tema ainda por esses dias quentes de dezembro. E, vamos nos preparar para as festas de Natal e ano novo com esperança.
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21/11/09

Sabe aquela historia, alguém me disse?

A história é a seguinte:

O povo do interior resolveu fazer uma festa. Usou como desculpa um encontro de TC.

O local: Médio Paraíba, na casa de Angela, de Volta Redonda.

O dia: domingo 29/11/2009

O povo de longe ficou com muita saudade e vontade de ir também, então ...

Me pediram para por no blog e assim quem sabe todos vão!

Segundo eles tem bastante espaço e muito chuá.

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19/11/09

Terapia Comunitária como promoção de saúde

Mônica Alegre e a Equipe de Formação em Terapia Comunitária do Instituto NOOS estarão no próximo ENCONTRE NOOS, que será realizado no dia 7 de dezembro as 19:00, conversando sobre a pratica e a formação em TC. Participe! Mais informações e inscrições aqui
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28/10/09

As coisas que a gente fala

As coisas que a gente fala saem da boca da gente e vão voando, voando, correndo sempre pra frente. Entrando pelos ouvidos de quem estiver presente. Quando a pessoa presente É pessoa distraída Não presta muita atenção. Então as palavras entram E saem pelo outro lado Sem fazer complicação. Mas ás vezes as palavras Vão entrando nas cabeças, Vão dando voltas e voltas, Fazendo reviravoltas E vão dando piruetas. Quando saem pela boca Saem todas enfeitadas. Engraçadas, diferentes, Com palavras penduradas. Mas depende das pessoas Que repetem as palavras. Algumas enfeitam pouco. Algumas enfeitam muito. Algumas enfeitam tanto, Que as palavras - que Engraçado! - nem parece as palavras que entraram pelo outro lado. E depois que elas se espalham, Por mais que a gente procure, Por mais que a gente recolha, Sempre fica uma palavra, Voando como uma folha, Caindo pelos quintais, Pousando pelos telhados, Entrando pelas janelas, Pendurada nos beirais. Por isso, quando falamos, Temos de tomar cuidado. Que as coisas que a gente fala Vão voando, vão voando, E ficam por todo lado. E até mesmo modificam O que era nosso recado. Eu vou contar pra vocês O que foi que aconteceu, No dia em que a Gabriela Quebrou o vaso da mãe dela E acusou o Filisteu. - Quem foi que quebrou meu vaso? Meu vaso de ouro e laquê, Que eu conquistei no concurso, No concurso de crochê? - Quem foi que quebrou seu vaso? - a Gabriela respondeu - quem quebrou seu vaso foi... o vizinho, o Filisteu. Pronto! Lá vão as palavras! Vão voando, vão voando... Entrando pelos ouvidos De quem estiver passando. Então entram pelo ouvido De dona Felicidade: - o Filisteu? Que bandido! que irresponsabilidade! As palavras continuam A voar pela cidade. Vão entrando nos ouvidos De gente de toda idade. E aquilo que era mentira Até parece verdade... Seu Golias, que é vizinho De dona Felicidade,, E que é o pai do Filisteu, Ao ouvir que o filho seu Cometeu barbaridade, Fica danado da vida, Invente logo um castigo, Sem tamanho, sem medida! Não tem mais festa! Não tem mais coca-cola! Não tem TV! Não tem jogo de bola! Trote no telefone? Nem mais pensar! Isqueite? Milquicheique?? Vão acabar! Filisteu, que já sabia Do que tinha acontecido, Ficou muito chateado! Ficou muito aborrecido! E correu logo pro lado, Pra casa de Gabriela: - Que papelão você fez! Me deixou em mal estado, Com essa mentira louca Correndo por todo lado. Você tem que dar um jeito! Recolher essa mentira Que em deixa atrapalhado! Gabriela era levada, Mas sabia compreender As coisas que a gente pode E as que não pode fazer; E a confusão que ela armou, Saiu para resolver. Gabriela foi andando. E as mentiras que ela achava Na sacola ia guardando. Mas cada vez mais mentiras O vento ia carregando... Gabriela encheu sacola, Bolsa de fecho de mola, Mala, malinha, maleta. E quanto mais ia enchendo, Mais mentiras ia vendo, Voando, entrando nas casas, Como se tivessem asas, Como se fossem - que coisa! - um milhão de borboletas! Gabriela então chegou No começo de uma praça. E quando olhou para cima Não achou a menor graça! Percebeu - calamidade! - que a mentira que ela disse cobria toda a cidade! Gabriela era levada, Era esperta, era ladina, Mas, no fundo, Gabriela Ainda era uma menina. Quando viu a trapalhada Que ela conseguiu fazer, Foi ficando apavorada, Sentou-se numa calçada, Botou a boca no mundo, Num desespero profundo... Todo mundo em volta dela Perguntava o que é que havia. Por que chora Gabriela? Por que toda esta agonia? Gabriela olhou pro céu E renovou a aflição. E gritou com toda força Que tinha no seu pulmão: - Foi mentira! - Foi mentira! Com as palavras da menina Uma nuvem se formou, Lá no alto, muito escura, Que logo se desmanchou. Caiu em forma de chuva E as mentiras lavou. Mas mesmo depois do caso Que eu acabei de contar, Até hoje Gabriela Vive sempre a procurar. De vez em quando ela encontra Um pedaço de mentira. Então recolhe depressa, Antes dela se espalhar. Porque é como eu lhes dizia. As coisas que a gente fala Saem da boca da gente E vão voando, voando, Correndo sempre pra frente. Sejam palavras bonitas Ou sejam palavras feias; Sejam mentira ou verdade Ou sejam verdades meias; São sempre muito importantes As coisas que a gente fala. Aliás, também têm força As coisas que a gente cala. Ás vezes, importam mais Que as coisas que a gente fez... "Mas isso é uma outra história que fica pra uma outra vez...
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24/09/09

Dona Zilma e a Terapia Comunitária

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18/09/09

II Turma de Terapeutas Comunitários do Rio de Janeiro

Ontem terminamos o segundo módulo e, como não podia ser diferente, a Turma do Rio até um samba enredo já tem!
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V Congresso de Terapia Comunitária - alguns momentos

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29/08/09

Conversando con Adalberto Barreto

Nosso bom amigo e Terapeuta Comunitário Luiz Fernando Sarmento realizou este vídeo com Adalberto e tal como ele acredita, com a intenção de democratizar informações de qualidade no mundo virtual, gentil e comunitariamente, nos enviou agora para que todos possamos assistir esta entrevista, em três partes. Abraços comunitários e agradecidos Os videos tambem podem ser vistos aqui
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13/08/09

E a Terapia Comunitária continua crescendo!

Agora é a vez do Chile que nos recebera na próxima semana para as primeiras rodas que se realizarão lá. Selma Hinds e eu estamos arrumando as malas cheias de expectativas rumo a esta nova aventura que pode ser realizada graças ao trabalho de Verónica Virgílio, quem tem coordenado as visitas junto aos hospitais e municípios e tem convidado também pessoas de diferentes áreas da saúde ou da educação para participar das nossas rodas. Esperamos que o frio que faz neste momento nessas terras não tire o calor das nossas rodas e o povo chileno nos acolha como sempre, como fala a canção: ... y verás cómo quieren en Chile al amigo cuando es forastero. Então la vamos nós com a TC, cantando e falando agora em castelhano!
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03/08/09

Reunião com as lideranças comunitárias da Comunidade Santa Marta

No dia 30 de Julho, ás 18:00 foi realizada a primeira reunião de apresentação do PSF Santa Marta aos líderes comunitários no Pólo de Inclusão Social Padre velloso localizada na Rua São Clemente, 312 Botafogo. O objetivo da apresentação foi explicar o que é o PSF, quem trabalhar nele, quais serão os serviços oferecidos, o horário de atendimento e a importância do cadastro da família. O PSF trabalha com atenção primária: promoção, prevenção e recuperação de saúde. (continuar lendo aqui)
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20/07/09

Chuuuuuuuuuuuvaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!

Boa dinâmica de acolhimento! video
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Texto de Ana Raquel Octaviano - Terapeuta Comunitária de Piraí

Compartilho, porque tocou profundamente o meu coração! "No fundo do poço têm uma luz que brilha, Porque areia com água pode virar ouro. Depois de se afogar e se debater e emergir de novo, Você pode boiar e ser resgatado por sereias, Porque ninguém sabe, ao certo, O tamanho e a dimensão do que é recompensa. Tenho me debatido em ondas, Elas tentam sempre me arrastar para o fundo. Insisto em balançar os braços, a cabeça, O coração. Quando estou afogando consigo ver peixes brilhantes, E imaginar que falta de ar têm cheiro de mato molhado. Sou especialista em afogamentos e ressuscitações. Perco as contas de quantas vezes revivo. Ás vezes, não sei se sofri tanto durante a tormenta, Porque insisto em admirar os peixes coloridos, E pensar que o balanço de quem é sacrificado pelo mar é bom. Sofro muito mais, me parece, Quando volto para o mar e bóio. Não entendo bem o propósito de ter emergido, se vou afundar de novo. E não desfruto bem o prazer de boiar, Eu adoro boiar. Porque vivo na expectativa das grandes ondas, Todos nós vivemos um pouco isso. Pensando bem, os peixes coloridos são meus amores, meus companheiros de jornada que me dão fôlego. Quando me alegro com eles, sei que os verei brilhando sempre, Boiando ou no fundo do mar. Emergir é muito provisório, E ás vezes é difícil desfrutar a vida, Como se satisfação não pudesse durar muito. O que é melhor? A expectativa, os sonhos sobre algo que supomos que vai ser muito bom, Ou a realização e a real vivência disso? Quantos atropelos, os que vêm, e os que produzimos, os externos e os internos Precisamos suportar? Ondas grandes são a vida, É preciso suportá-las E parece absurdo mas boiar também é um desafio, Suportar maresias, calmarias depois de muitas ondas. Dar conta de sustentar prazer por muito tempo. Recompensas são para quem consegue, Pra quem não produz mais dor do que o permitido, Pra quem agüenta o tamanho das ondas, Cada um têm as suas, no seu tamanho e proporção. Sobrevive a elas quem sabe que areia e água que brilham pode ser ouro, o nome disso é coragem."
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13/07/09

Gentileza

Por isso eu pergunto À você no mundo Se é mais inteligente O livro ou a sabedoria
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12/06/09

Navegar é Preciso

Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa: "Navegar é preciso; viver não é preciso". Quero para mim o espírito [d]esta frase, transformada a forma para a casar como eu sou: Viver não é necessário; o que é necessário é criar. Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso. Só quero torná-la grande, ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo. Só quero torná-la de toda a humanidade; ainda que para isso tenha de a perder como minha. Cada vez mais assim penso. Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir para a evolução da humanidade. É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça. (Fernando Pessoa)
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