Ontem terminamos o segundo módulo e, como não podia ser diferente, a Turma do Rio até um samba enredo já tem!
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Terapia Comunitária - O que é?
A Terapia Comunitária é um espaço de partilha de vivências onde, através da palavra e da escuta respeitosa, os membros de uma comunidade vão construindo vínculos de apoio e soluções aos seus problemas cotidianos. É participando das conversações na Roda de Terapia Comunitária que se alcança a autonomia e a confiança por meio da ação terapêutica do próprio grupo, que relata e resgata suas histórias e experiências de vida na procura da solução dos conflitos pessoais.
Uma Roda de Terapia Comunitária é um grupo de ajuda mútua e um instrumento que permite construir redes sociais solidárias de promoção de vida e saúde, assim como a mobilização dos recursos e competências dos indivíduos.
Uma Roda de Terapia Comunitária é um grupo de ajuda mútua e um instrumento que permite construir redes sociais solidárias de promoção de vida e saúde, assim como a mobilização dos recursos e competências dos indivíduos.
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18/09/2009
03/06/2009
Dinâmicas para TC
Grupos GRANDES de CONHECIDOS
JOGO DO NOVELO
MATERIAIS: um novelo de lã ou barbante.
INSTRUÇÕES: As pessoas ficam em pé, distribuídas aleatoriamente na sala, mantendo uma certa distância entre si. Inicia-se jogando o novelo para um participante, que se apresenta para o grupo, após dar uma volta da lã/barbante em seu dedo indicador, isto é, este joga o novelo para outra pessoa, mantendo o fio esticado. Quando a segunda pessoa se apresenta, enrola uma volta do novelo em seu dedo e joga-se para a terceira pessoa, que repete o mesmo processo. O jogo prossegue até chegar ao ultimo participante. Depois, no movimento inverso, ou seja, do último ao primeiro, cada participante tenta apresentar o anterior a ele, seguindo até o final. Aquele que foi o primeiro tentará apresentar o ultimo, “fechando”, desta forma, o grupo. Obs: Geralmente, as pessoas não prestam a devida atenção, por isso solicita-se que cada uma fale do que se “lembrar”.
LÁ VAI
INSTRUÇÕES: O grupo em círculo, todos sentados. O facilitador inicia o jogo com uma frase e todos repetem (exemplo: “Lá vai a banda”), um a um, no sentido horário. Reinicia incluindo mais uma frase e o grupo repete o mesmo procedimento, e assim por diante. Sai do jogo aquele que errar. Pode-se interromper o jogo, quando se tornar difícil para o grupo dizer as frases completas. Exemplo:(1) Lá vai a banda.(2) Lá vai o maestro, que regia a banda.(3) Lá vai o carro, que levava o maestro, que regia a banda.(4) Lá vai o mecânico que concertou o carro, que levava o maestro, que regia a banda.(5) Lá vai a mulher, que casou com o mecânico, que concertou o carro, que levava o maestro, que regia a banda.(6) Lá vai a vizinha, que conversou com a mulher, que casou com o mecânico, que concertou o carro, que levava o maestro, que regia a banda.(7) Lá vai o açougueiro, que cobrou da vizinha, que conversou com a mulher, que casou com o mecânico, que concertou o carro, que levava o maestro, que regia a banda.(8) Lá vai o cachorro, que mordeu o açougueiro, que cobrou da vizinha, que conversou com a mulher, que casou com o mecânico, que concertou o carro, que levava o maestro, que regia a banda.
BOLA IMAGINÁRIA
INSTRUÇÕES: O grupo em circulo (roda), voltado para dentro, em pé. Cada participante (individualmente) brincará com uma bola que, ao comando do facilitador, mudará de forma, tamanho, cor e textura (ex.: bola de plástico, isopor, chumbo, couro, tênis, basquete etc). Cada um deve “brincar” reagindo às mudanças, com a maior felicidade possível. Após um determinado tempo, eliminam-se todas as bolas, criando apenas uma, para ser jogada entre todos os participantes, repetindo as mesmas consígnias dadas pelo facilitador.
DANÇA DAS DOBRADIÇAS
MATERIAIS: música (ritmo marcado e de relaxamento).
INSTRUÇÕES: O grupo fica em pé e em circulo. Devem “dançar” com o corpo todo, de acordo com o ritmo da musica, alternando com as consígnias dadas pelo facilitador. Consígnias: dançar somente as pernas,somente com os quadris, somente com o tórax, somente com o pescoço e a cabeça, somente com os olhos e a boca (rosto). No final, todos caminham pela vida e escolhem um local para se deitar e relaxar (introduzir musica de relaxamento).
JOGO DO ANDAR
INSTRUÇÕES: Pede-se aos participantes que andem pela vida, relaxando o corpo, livrando-se das tensões do dia. Devem prestar atenção na sua forma de andar e imprimir o seu ritmo diário. Verificar como cada um pisa no chão, a distribuição do peso, a temperatura , o ritmo, o equilíbrio . Depois de um determinado tempo, o facilitador dá as consígnias de diferentes formas de andar (com as pontas dos dedos, com os calcanhares, com a borda de fora, de dentro, com um pé etc), intercaladas com o andar normal (forma de andar de cada um).Obs: Pode-se incluir formas diferentes como marchar, correr, pular etc..
MEUS GESTOS
INSTRUÇÕES: Todos circulam pela vida. Cada participante (um por vez) apresenta uma característica pessoal de sua personalidade (livre escolha). O grupo observa e reproduz (exemplo: esfregar as mãos, pescar os olhos etc). Repete-se o processo com o seguinte. Compete ao grupo reproduzir a primeira característica e a segunda, isto é, vão se acumulando as mímicas, de acordo com a apresentação de cada um. Segue-se o mesmo procedimento até que o grupo consiga “incorporar”, na seqüência, as características de todos.
PEGA na KALUNGA
Kalunga é uma boneca que era feita na África. Era considerada uma coisa muito preciosa, representava a união e os dons da tribo. E quando ficava pronta, era passada de mão em mão, com todo cuidado, ao som da música:“Valeu, valeu.Pega na KalungaValeu, valeu Pega na KalungaValeu, valeu. Pega na Kalunga valeu, valeu.”
1,2,3
Fala-se números sucessivos, pessoas alternadas. Quando duas pessoas falam o mesmo numero, recomeça.
... ROUBOU PÃO NA CASA DO JOÃO
Fulano roubou pão na casa do JoãoQuem eu? Tu sim!Eu não!Então quem foi?Foi ciclano....
BONECA DE LATA
“Minha boneca de lata bateu o pé no chão!Levou mais uma hora pra fazer operação.Desamassa aqui, desamassa ali pra ficar boa.Minha boneca de lata bateu o outro pé no chão.Levou mais de duas horas .....”
FAÇA ASSIM
Faça assim, faça assim (a pessoa faz um movimento)Faça assim, como é bom fazer!Faça assim, faça assim E agora é você! (outra pessoa começa outro movimento).
JOÃO BOBO
Uma pessoa fica no centro de uma roda, com 4 a 5 pessoas. A do meio fica solta e as da roda ficam empurrando-a de um lado para o outro. Treino de confiança.
CORAL dos BICHOS
O facilitador separa o grupo em grupos menores e escolhe bichos para cada grupinho – gatos, patos, cachorros, etc. Escolhe-se uma música e os grupinhos vão cantá-la ao som dos bichos escolhidos (quá quá quá, miau, miau, miau....). O maestro aponta a batuta para cada grupinho. Quando levanta a batuta para cima, todos cantam juntos.
FORMAÇÃO DE GRUPOS
Alguém fala um número e o grupão se divide em subgrupos daquele número dito. Depois outra pessoa fala outro número e esses subgrupos continuam se dividindo ou aumentando.
OBS: Podem sobrar algumas pessoas, não tem problema. No próximo número, todos devem ficar atentos e entrar logo em algum grupo.
DANÇA ESQUISITA
Uma pessoa passa em volta da roda, dançando esquisito. No final da roda, pega uma pessoa que vai junto com o primeiro e faz outra dança esquisita e assim em volta da roda, sucessivamente.
QUANTAS FORMAS EXISTEM DE SE DIZER?
As pessoas vão ao centro sugerir uma forma e um tom de voz e o grupo repete quatro vezes.
a) A-E-I-O-U
b) Palavras-chave: Brasil, Rio de janeiro, amor, etc
PREENCHER ESPAÇO-FAZER REDE
Vamos andar pela sala procurando ocupar todo o espaço disponível. Quando eu bater palma, todos param e avaliam a distribuição, onde ficaram “buracos”. Sem sair do lugar, todos procuram tocar a mão ou o pé das pessoas ao redor, articulando a todos em forma de rede.
ASSOCIAÇÃO LIVRE DE PALAVRAS
a- Contar estória.
b- Fazer poesia
TRONCO
Em círculo, olhos fechados, vamos caminhando lentamente para o centro do círculo. As primeiras pessoas que se encontarem no meio do círculo, se abraçam, e as outras vão se encaixando nelas, formando um grande abraço grupal, um Tronco. Observar o movimento pendular que surge espontaneamente pela mistura de campos energéticos, como prova da existência desse campo e de sua influência no meio em que vivemos.
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16/05/2009
Cecília Meireles
No mistério do sem-fim
equilibra-se um planeta.
E, no planeta, um jardim,
e, no jardim, um canteiro;
no canteiro uma violeta,
e, sobre ela, o dia inteiro,
entre o planeta e o sem-fim,
a asa de uma borboleta
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10/05/2009
Por que é importante falar?
Quando a gente tenta
De toda maneira
Dele se guardar
Sentimento ilhado
Morto, amordaçado
Volta a incomodar
Esta é a musia preferida da nossa querida amiga Bia para começar a Terapia Comunitária :)
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15/04/2009
Mais um pouquinho de dinâmicas para Terapia Comunitária
Grupos PEQUENOS de CONHECIDOS
Dinâmicas para RELAXAR E ACALMAR
A CHUVA
Cada participante procura um lugar confortável dentro da sala para se deitar. De olhos fechados, seguira as consignas do facilitador. Consigna: Procure relaxar seu corpo, liberando suas tensões.... Pouco a pouco, seu corpo começa a ficar leve... muito leve, transformando-se numa nuvem...Você começa a levitar, atravessando a sala, de encontro ao céu....Procure explorar-se enquanto nuvem...Veja como é a sua forma, sua cor, sua textura...(respeitar o ritmo e o tempo interno de cada um).Você pode abrir os olhos; verifique como desliza pelo céu, avistando a terra lá embaixo... Você se encontra com outras nuvens e, com a junção, formam-se nuvens de chuva...Os pingos começam a cair, vagarosamente, ao estudar os dedos de uma das mãos. Depois, com as duas mãos, intensificando os pingos...Aproximam-se das árvores, caindo sobre as folhas, simbolizado pelo esfregar das mãos... Delicadamente no inicio, intensificando-se em seguida...De repente, a chuva fica mais forte e você deve representá-la batendo as mãos nas pernas. Ela aumenta mais e mais.... e aos poucos vai diminuindo...; Nota: A partir daí, inverte-se a ordem das consignas ate cessar a chuva. A nuvem se desfaz vagarosamente, transformando-se em pessoas novamente.
FLEXÃO E EXTENSÃO(Relaxamento Indutivo)
Os participantes devem ficar deitados, de forma confortável, com espaço adequado a sua volta. Ao comando de voz do facilitador, cada um deverá cumprir à risca o que for solicitado.Nota: Neste relaxamento, trabalha-se com todo o corpo (dos pés à cabeça), principalmente as articulações. São dois movimentos básicos: expansão (três vezes) e contração (três vezes) dos músculos. Inicia-se com o pé direito. Pede-se para contrair o pé e, depois, relaxá-lo, voltando à posição natural (três vezes). E, seguida, com o pé esquerdo, repete-se o mesmo processo. Retorna-se ao pé direito e pede-se para esticá-lo (extensão) e depois, relaxá-lo. Repete-se o processo anterior. SEQÜÊNCIA: pés, joelhos, quadris, respiração (abdome), tórax, braços e mãos, ombros, pescoço e cabeça. No final, pode-se acrescentar almofadas, para trabalhar cada indivÍduo, soltando-os, como se estivessem sobre uma nuvem. Retornam ao contexto grupal, respeitando-se o ritmo de cada um.
VIAGEM A UM BOSQUE (Relaxamento Indutivo)
Cada participante procura um local da sala para deitar, de forma confortável, procurando soltar as tensões do corpo. A partir deste (ao comando de sua voz), e cada um deverá imaginar (tentar visualizar) cada comando. “Seu corpo começa a ficar leve (...), cada vez mais leve (...) e você começa a levitar, saindo da sala (atravessando o teto). Levita sobre a cidade (...) afastando-se dela até se aproximar de um bosque (...). Procure ver este bosque (deixar aflorar a imaginação de cada um). Veja as árvores, a mata, os pássaros, os bichos (...) cristalinas, produzindo uma sensação agradável (...). mais ao fundo, uma cachoeira (...) etc. Nota: Após um determinado tempo, solicitar a cada participante que se despeça deste bosque e, lentamente, o facilitador deve conduzi-los ao caminho de volta (repetindo o processo de forma inversa), respeitando o ritmo de cada um.
RENASCIMENTO (Da Crisálida à Borboleta)
Cada participante deita-se no chão, de forma confortável e de olhos fechados. Após um breve esquecimento, deve imaginar que está dentro de um casulo (cor, tamanho, textura, temperatura, forma etc.), explorando-o ao máximo. As estações do ano passam e, aos poucos, cada um vai percebendo que se está se transformando numa linda borboleta (v. tamanho, asas etc.) dentro do casulo; Nota: ao sair do casulo, devem abrir os olhos, para verificar sua transformação (cor das asas, forma etc.). Ao sair do casulo, percebe que está com fome (ainda não percebe os outros) e o alimento encontra-se à sua disposição. Aos poucos, percebe o ambiente que o cerca, iniciando um processo de reconhecimento da área e, em seguida, percebe outros seres à sua volta, estabelecendo contato com eles.
RENASCER(Relaxamento Indutivo)
MATERIAIS: música: Bolero (Ravel, M.)
Os participantes devem deitar-se no chão, de forma confortável, com espaço a sua volta;b. Ao comando da voz do facilitador, deverão seguir as instruções solicitadas, como segue:Imagine-se como matéria inerte no fundo do mar (...) Existe água por todos os lados (...) Sinta a água escorrendo pela sua superfície inerte (...) Enquanto a vida se desenvolve, você se transforma em algum tipo de erva ou planta marinha (...) Escute o tambor e deixe o som penetrar nos seus movimentos, enquanto as correntes o arrastam (...) Olhe a sua volta (...) Aos poucos, transforme-se em um animal simples, que se arrasta pelo fundo do mar (...) Depois o tambor fluir através do seu corpo e dos seus movimentos, como animal marinho (...) Agora, mova-se vagarosamente em direção à terra (...) E quando alcançar, faça crescer quatro pernas e comece a se arrastar pela terra (...) Explore a sua existência como animal terrestre (...)Agora fique, aos poucos, ereto sobre duas pernas e explore a sua existência e movimentos bípedes (...) continue se movendo a abra os olhos e interaja com os outros, através dos movimentos (...)”.
BOLA NO PAINEL
O grupo deitado de costas no chão, confortavelmente e de olhos fechados. “Imagine-se um imenso painel colorido tomando todo o seu campo de visão (...) Aos poucos, surge nesse painel um pequenino ponto, como uma cabeça de alfinete, que vai aumentando de tamanho, lentamente (...) Você percebe sua aproximação e, gradativamente, transforma-se numa bola colorida (...) Ela aumenta de tamanho e se aproxima cada vez mais (...) Torna-se uma bola imensa, que toca numa parte de seu corpo e arrebenta, saindo dela um líquido colorido. Esse líquido começa a colorir todo o corpo, lentamente (...) Aos poucos, o líquido vai escorrendo pelo chão e desaparece, deixando uma agradável sensação em seu corpo. Experimente-a (...) Vagarosamente você vai despertando seu corpo, apalpando-o através das mãos (...), espreguiçando-se (...) e, finalmente, abrindo os olhos.
OLHAR
Em círculo, mãos dadas. Vamos olhar cuidadosamente cada uma das pessoas, perceber que emoções cada uma provoca em nós, como tendemos a rotular o outro. Qual a única pessoa que não vemos? A nós mesmos. Daí a importância do outro, do grupo, para eu conhecer melhor, saber quem sou no mundo, na relação com as outras pessoas.
1.a - Agora vamos fechar os olhos e olhar pra dentro. Como está seu mundo aí dentro de você? O que está sentindo, o que está pensando? Como está sua respiração? E seus intestinos?
1.b - Enquanto olha pra dentro, escolha uma palavra que expresse algo do seu mundo interior. Vamos abrir os olhos, e cada um diz que palavra foi essa.
LATERALIDADE
Massagem em roda, todos com as mãos dadas.
Uma mão massageia, a outra, recebe.
AQUECIMENTO ARTICULAR
Lentamente, vamos girar cinco vezes para cada lado as articulações, começando de baixo pra cima: tornozelos, joelhos, quadril, ombros, pescoço, pulsos. A respiração deve ser profunda.
MASSAGEM NAS COSTAS
Formam-se duas filas com o mesmo número de pessoas cada uma. As pessoas da fila de trás massageiam as da fila da frente. Depois de uma tempo, a fila de trás vai se movendo, e os que estão massageando dão um passo à direita, e começam a tocar nessa próxima pessoa, fazendo com que massageiem a todos. Depois inverte.
ALONGAMENTO A DOIS
Em duplas: a) segurando pelos pulsos os dois projetam o quadril pra trás, alongando a coluna.
b) Um fica em pé e o outro senta num banco imaginário bem baixinho
MASSAGEM COM A COLUNA FLEXIONADA
Em dupla, enquanto uma delas faz o rolamento pra frente, a outra dá soquinhos na musculatura para-vertebral (ao lado da coluna), no sentido: cintura para o pescoço. Depois alonga pra cima e brinca em torno do eixo.
MASSAGEM NO ROSTO
Um fica sentado, o outro em pé, sem encostar, com os olhos fechados. Toque o rosto do outro como se fosse um cego conhecendo outra pessoa. Troca.
MASSAGEM NOS PÉS
Levar óleo e música. Em duplas, as pessoas tocam os pés e passam óleo. Levar o mapa dos pés (Do-In).
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09/04/2009
Dinâmicas e recursos para Rodas de Terpia Comunitária
Aqui vão dinâmicas organizadas de acordo com tipos de grupos e funções.
Grupos PEQUENOS de CONHECIDOS
Dinâmicas para ANIMAR e AQUECER
QUALIDADES E MANIAS
Materiais: papéis e canetas.
Cada pessoa escreverá duas qualidades e duas manias suas num pedaço de papel, sem que os demais vejam;b. O facilitador recolhe os papeis; mistura e redistribui, de modo que ninguém fique com o seu;c. Cada participante deverá, através de mímica, representar tais características para que o grupo as descubra. Em seguida, tenta-se acertar o autor das mesmas, que explicará o porquê de tais escolhas.
OBJETO ESPECIAL
Materiais: um objeto pessoal de cada participante
Pede-se a pessoa que coloque um objeto seu à sua frente (ex: anel, cinto, agenda, etc.), que considere especial. Questiona-se o porquê de tal objeto e o que representa para si. Após, solicita-se que “empreste” a sua voz ao objeto e fale na 1ª pessoa sobre o que sente, pensa e percebe dele.
Nota: este jogo dramático é de aplicação individual. Quando aplicado em grupo. Solicita-se que cada participante expresse a impressão sobre o objeto escolhido pela pessoa. Pode-se solicitar, ainda, que os participantes falem o que acham (enquanto objeto), sendo que a pessoa, em si, confirma ou não as informações.
EXPOSIÇÃO DE ARTE
Materiais: chapéus, bijuterias, chaves, acessórios em geral.
Dispor os objetos sobre uma parte da sala, como uma exposição. O grupo fica em circulo. O facilitador convida todos a visitar uma “exposição de arte” e cada um deve escolher um objeto com o qual se identifique, que tem a ver consigo mesmo. Feitas as escolhas, retornam aos seus lugares (com o objeto) e comentam o significado da escolha.
JOGO DOS BICHOS
Materiais: etiquetas auto-adesivas, caneta hidrográfica.
Grupo em circulo, sentados. Distribui-se etiquetas com o nome de cada um, para ser afixado. Solicita-se cada participante que pense no nome de um bicho. Em seguida, cada um fala o seu, em voz alta, podendo repetir três vezes, no máximo. O grupo deverá memorizá-lo. O facilitador chama duas pessoas pelo nome e estas deverão falar o nome do bicho da outra. Quem chamar por último, sai do jogo. Em caso de duvida, não se exclui ninguém. Após um determinado tempo, cada pessoa escolhe o som / ruído que o bicho produz. Repete-se o mesmo processo, desta vez emitindo-se o som da outra.
Variação: apesar de estar classificado na 1ª fase, em função de seu aspecto lúdico, este jogo pode ser adaptado e aplicado às três fases da Matriz de Identidade. Pode-se, por exemplo, trocar o nome por números; solicitar que cada um represente o bicho do outro sem ser concomitante; inverter os papéis, ou seja, cada dupla representa o próprio bicho e, em seguida, o do outro, estabelecimento uma relação complementar etc.
LÁ VAI
O grupo em circulo, todos sentados. O facilitador inicia o jogo com uma frase e todos repetem (exemplo: “Lá vai a banda”), um a um, no sentido horário.
Reinicia incluindo mais uma frase e o grupo repete o mesmo procedimento, e assim por diante. Sai do jogo aquele que errar. Pode-se interromper o jogo, quando se tornar difícil para o grupo dizer as frases completas.
Exemplo:(1) Lá vai a banda.(2) Lá vai o maestro, que regia a banda.(3) Lá vai o carro, que levava o maestro, que regia a banda.(4) Lá vai o mecânico que concertou o carro, que levava o maestro, que regia a banda.(5) Lá vai a mulher, que casou com o mecânico, que concertou o carro, que levava o maestro, que regia a banda.(6) Lá vai a vizinha, que conversou com a mulher, que casou com o mecânico, que concertou o carro, que levava o maestro, que regia a banda.(7) Lá vai o açougueiro, que cobrou da vizinha, que conversou com a mulher, que casou com o mecânico, que concertou o carro, que levava o maestro, que regia a banda.(8) Lá vai o cachorro, que mordeu o açougueiro, que cobrou da vizinha, que conversou com a mulher, que casou com o mecânico, que concertou o carro, que levava o maestro, que regia a banda.
BOLA IMAGINÁRIA
O grupo em circulo (roda), voltado para dentro, em pé. Cada participante (individualmente) brincará com uma bola que, ao comando do facilitador, mudará de forma, tamanho, cor e textura (ex.: bola de plástico, isopor, chumbo, couro, tênis, basquete etc). Cada um deve “brincar” reagindo às mudanças, com a maior felicidade possível. Após um determinado tempo, eliminam-se todas as bolas, criando apenas uma, para ser jogada entre todos os participantes, repetindo as mesmas consignas dadas pelo facilitador.
DANÇA DAS DOBRADIÇAS
Materiais: música (ritmo marcado e de relaxamento).
O grupo fica em pé e em circulo. Devem “dançar” com o corpo todo, de acordo com o ritmo da musica, alternando com as consignas dadas pelo facilitador.
Consignas: dançar somente as pernas, somente com os quadris, somente com o tórax, somente com o pescoço e a cabeça, somente com os olhos e a boca (rosto).
No final, todos caminham pela vida e escolhem um local para se deitar e relaxar (introduzir música de relaxamento).
JOGO DO ANDAR
Pode-se aos participantes que andem pela vida, relaxando o corpo, livrando-se das tensões do dia. Devem prestar atenção na sua forma de andar e imprimir o seu ritmo diário. (...). Verificar como cada um pisa no chão (...); a distribuição do peso (...); a temperatura (...); o ritmo (...); o equilíbrio (...) etc. Depois de um determinado tempo, o facilitador dá as consignas de diferentes formas de andar (com as pontas dos dedos, com os calcanhares, com a borda de fora, de dentro, com um pé etc), intercaladas com o andar normal (forma de andar de cada um).
Obs: Pode-se incluir formas diferentes como marchar, correr, pular etc..
MEUS GESTOS
Todos circulam pela vida. Cada participante (um por vez) apresenta uma característica pessoal de sua personalidade (livre escolha). O grupo observa e reproduz (exemplo: esfregar as mãos, pescar os olhos etc). Repete-se o processo com o seguinte. Compete ao grupo reproduzir a primeira característica e a segunda, isto é, vão se acumulando as mímicas, de acordo com a apresentação de cada um. Segue-se o mesmo procedimento até que o grupo consigna “incorporar”, na seqüência, as características de todos.
GELÉIA
Alguém começa falando:
-Eu conheço uma geléia que faz assim (faz um gesto com o corpo). Vocês conhecem uma geléia que faz assim (repete o mesmo gesto)
O grupo fala:
- Uma geléia que faz assim (repetindo o gesto)? NÃO!
Um próximo fala:-Eu conheço uma geléia que faz assim (faz outro gesto)!E assim sucessivamente.
JOÃO BOBO
Uma pessoa fica no centro de uma roda, com 4 a 5 pessoas. A do meio fica solta e as da roda ficam empurrando-a de um lado para o outro. Treino de confiança.
DANÇA ESQUISITA
Uma pessoa passa em volta da roda, dançando esquisito. No final da roda, pega uma pessoa que vai junto com o primeiro e faz outra dança esquisita e assim em volta da roda, sucessivamente.
QUANTAS FORMAS EXISTEM DE SE DIZER?
As pessoas vão ao centro sugerir uma forma e um tom de voz e o grupo repete quatro vezes.
a) A-E-I-O-U
b) Palavras-chave: Brasil, Rio de janeiro, amor, etc
Grupos PEQUENOS de CONHECIDOS
Dinâmicas para RELAXAR E ACALMAR
A CHUVA
Cada participante procura um lugar confortável dentro da sala para se deitar. De olhos fechados, seguira as consignas do facilitador;b. Consigna: Procure relaxar seu corpo, liberando suas tensões.... Pouco a pouco, seu corpo começa a ficar leve... muito leve, transformando-se numa nuvem...Você começa a levitar, atravessando a sala, de encontro ao céu....Procure explorar-se enquanto nuvem...Veja como é a sua forma, sua cor, sua textura...(respeitar o ritmo e o tempo interno de cada um).Você pode abrir os olhos; verifique como desliza pelo céu, avistando a terra lá embaixo... Você se encontra com outras nuvens e, com a junção, formam-se nuvens de chuva...Os pingos começam a cair, vagarosamente, ao estudar os dedos de uma das mãos. Depois, com as duas mãos, intensificando os pingos...Aproximam-se das árvores, caindo sobre as folhas, simbolizado pelo esfregar das mãos... Delicadamente no inicio, intensificando-se em seguida...De repente, a chuva fica mais forte e você deve representá-la batendo as mãos nas pernas. Ela aumenta mais e mais.... e aos poucos vai diminuindo...;Nota: A partir daí, inverte-se a ordem das consignas ate cessar a chuva. A nuvem se desfaz vagarosamente, transformando-se em pessoas novamente..
FLEXÃO E EXTENSÃO(Relaxamento Indutivo)
Os participantes devem ficar deitados, de forma confortável, com espaço adequado a sua volta. Ao comando de voz do facilitador, cada um deverá cumprir à risca o que for solicitado.
Neste relaxamento, trabalha-se com todo o corpo (dos pés à cabeça), principalmente as articulações. São dois movimentos básicos: expansão (três vezes) e contração (três vezes) dos músculos. Inicia-se com o pé direito. Pede-se para contrair o pé e, depois, relaxá-lo, voltando à posição natural (três vezes). E, seguida, com o pé esquerdo, repete-se o mesmo processo. Retorna-se ao pé direito e pede-se para esticá-lo (extensão) e depois, relaxá-lo. Repete-se o processo anterior.
SEQÜÊNCIA: pés, joelhos, quadris, respiração (abdome), tórax, braços e mãos, ombros, pescoço e cabeça. No final, pode-se acrescentar almofadas, para trabalhar cada indivÍduo, soltando-os, como se estivessem sobre uma nuvem. Retornam ao contexto grupal, respeitando-se o ritmo de cada um.
VIAGEM A UM BOSQUE(Relaxamento Indutivo)
Cada participante procura um local da sala para deitar, de forma confortável, procurando soltar as tensões do corpo. A partir deste (ao comando de sua voz), e cada um deverá imaginar (tentar visualizar) cada comando. “Seu corpo começa a ficar leve (...), cada vez mais leve (...) e você começa a levitar, saindo da sala (atravessando o teto).Levita sobre a cidade (...) afastando-se dela até se aproximar de um bosque (...). Procure ver este bosque (deixar aflorar a imaginação de cada um). Veja as árvores, a mata, os pássaros, os bichos (...) cristalinas, produzindo uma sensação agradável (...). mais ao fundo, uma cachoeira (...) etc.
Após um determinado tempo, solicitar a cada participante que se despeça deste bosque e, lentamente, o facilitador deve conduzi-los ao caminho de volta (repetindo o processo de forma inversa), respeitando o ritmo de cada um.
RENASCIMENTO(Da Crisálida à Borboleta)
Cada participante deita-se no chão, de forma confortável e de olhos fechados. Após um breve esquecimento, deve imaginar que está dentro de um casulo (cor, tamanho, textura, temperatura, forma etc.), explorando-o ao máximo. As estações do ano passam e, aos poucos, cada um vai percebendo que se está se transformando numa linda borboleta (v. tamanho, asas etc.) dentro do casulo;Nota: ao sair do casulo, devem abrir os olhos, para verificar sua transformação (cor das asas, forma etc.). Ao sair do casulo, percebe que está com fome (ainda não percebe os outros) e o alimento encontra-se à sua disposição. Aos poucos, percebe o ambiente que o cerca, iniciando um processo de reconhecimento da área e, em seguida, percebe outros seres à sua volta, estabelecendo contato com eles.
RENASCER(Relaxamento Indutivo)
Materiais: música.
Os participantes devem deitar-se no chão, de forma confortável, com espaço a sua volta;b. Ao comando da voz do facilitador, deverão seguir as instruções solicitadas, como segue:
"Imagine-se como matéria inerte no fundo do mar (...) Existe água por todos os lados (...) Sinta a água escorrendo pela sua superfície inerte (...) Enquanto a vida se desenvolve, você se transforma em algum tipo de erva ou planta marinha (...) Escute o tambor e deixe o som penetrar nos seus movimentos, enquanto as correntes o arrastam (...) Olhe a sua volta (...) Aos poucos, transforme-se em um animal simples, que se arrasta pelo fundo do mar (...) Depois o tambor fluir através do seu corpo e dos seus movimentos, como animal marinho (...) Agora, mova-se vagarosamente em direção à terra (...) E quando alcançar, faça crescer quatro pernas e comece a se arrastar pela terra (...) Explore a sua existência como animal terrestre (...)Agora fique, aos poucos, ereto sobre duas pernas e explore a sua existência e movimentos bípedes (...) continue se movendo a abra os olhos e interaja com os outros, através dos movimentos (...)”.
BOLA NO PAINEL
O grupo deitado de costas no chão, confortavelmente e de olhos fechados.
“Imagine-se um imenso painel colorido tomando todo o seu campo de visão (...) Aos poucos, surge nesse painel um pequenino ponto, como uma cabeça de alfinete, que vai aumentando de tamanho, lentamente (...) Você percebe sua aproximação e, gradativamente, transforma-se numa bola colorida (...) Ela aumenta de tamanho e se aproxima cada vez mais (...) Torna-se uma bola imensa, que toca numa parte de seu corpo e arrebenta, saindo dela um líquido colorido. Esse líquido começa a colorir todo o corpo, lentamente (...) Aos poucos, o líquido vai escorrendo pelo chão e desaparece, deixando uma agradável sensação em seu corpo. Experimente-a (...) Vagarosamente você vai despertando seu corpo, apalpando-o através das mãos (...), espreguiçando-se (...) e, finalmente, abrindo os olhos.
OLHAR
Em círculo, mãos dadas. Vamos olhar cuidadosamente cada uma das pessoas, perceber que emoções cada uma provoca em nós, como tendemos a rotular o outro. Qual a única pessoa que não vemos? A nós mesmos. Daí a importância do outro, do grupo, para eu conhecer melhor, saber quem sou no mundo, na relação com as outras pessoas.
1.a - Agora vamos fechar os olhos e olhar pra dentro. Como está seu mundo aí dentro de você? O que está sentindo, o que está pensando? Como está sua respiração? E seus intestinos?
1.b - Enquanto olha pra dentro, escolha uma palavra que expresse algo do seu mundo interior. Vamos abrir os olhos, e cada um diz que palavra foi essa.
LATERALIDADE
Massagem em roda, todos com as mãos dadas.
Uma mão massageia, a outra, recebe.
AQUECIMENTO ARTICULAR
Lentamente, vamos girar cinco vezes para cada lado as articulações, começando de baixo pra cima: tornozelos, joelhos, quadril, ombros, pescoço, pulsos. A respiração deve ser profunda.
MASSAGEM NAS COSTAS
Formam-se duas filas com o mesmo número de pessoas cada uma. As pessoas da fila de trás massageiam as da fila da frente. Depois de uma tempo, a fila de trás vai se movendo, e os que estão massageando dão um passo à direita, e começam a tocar nessa próxima pessoa, fazendo com que massageiem a todos. Depois inverte.
ALONGAMENTO A DOIS
Em duplas: a) segurando pelos pulsos os dois projetam o quadril pra trás, alongando a coluna.
b) Um fica em pé e o outro senta num banco imaginário bem baixinho
MASSAGEM COM A COLUNA FLEXIONADA
Em dupla, enquanto uma delas faz o rolamento pra frente, a outra dá soquinhos na musculatura para-vertebral (ao lado da coluna), no sentido: cintura para o pescoço. Depois alonga pra cima e brinca em torno do eixo.
MASSAGEM NO ROSTO
Um fica sentado, o outro em pé, sem encostar, com os olhos fechados. Toque o rosto do outro como se fosse um cego conhecendo outra pessoa. Troca.
MASSAGEM NOS PÉS
Levar óleo e música. Em duplas, as pessoas tocam os pés e passam óleo. Levar o mapa dos pés (Do-In).
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02/04/2009
Dinâmicas para diversos grupos
Dinâmicas utilizadas na intervisão de março de 2009 no Instituto NOOS.
Tipo de grupo: pais numa reunião na escola.
Duas rodas, uma dentro da outra, com o mesmo número de pessoas que formam duplas. A pessoa da roda de fora se apresenta, diz o que está fazendo ali. O facilitador bate palmas e a roda de fora gira para a direita. E assim as pessoas vão se apresentando.
Tipo de grupo: Homens que não se conhecem
Cada um se apresenta, fazendo o gesto que representa as vogais de seu nome.
A – Braços abertos
E – Braços cruzados
I – Braços levantados fechados em cima.
O – Braços arredondados
U – Braços levantados, um pouco abertos
Tipo de grupos: Mulheres que não se conhecem
Cada um faz um gesto que fazia quando era criança e ficava aborrecida.
Tipo de grupo: Médicos conservadores
Em duplas, um tenta fazer qualquer movimento e o outro tenta impedir.
Tipo de grupos: Jovens
Todos andando pela sala. Quando o facilitador bate palmas, cada um deve fazer algo a pessoa que está próxima: abraçar, beijar, fazer cosquinhas,...
Tipo de grupos: Cadeirantes
Cada um diz uma palavra amiga a quem está à sua esquerda.
Tipo de grupo: Professoras insatisfeitas
Cada uma pense num animal e todas representam, fazendo gestos e sons.
Tipo de grupo: Acamados numa enfermaria
Levantar e sacudir todas as partes do corpo que puderem.
Tipo de grupo: Artesãs que trabalham juntas
Na roda, em pé, cada uma vira para a esquerda e faz massagem nas costas da outra.
Tipo de grupo: Crianças
“Faça assim....”
Tipo de grupo: Pessoas que trabalham juntas
Espelho: em duplas, um faz um movimento e o outro imita.
Tipo de grupo: Vítimas de violência
Uma pessoa diz seu nome e oferece um gesto para outra da roda e assim por diante.
Tipo de grupo: Policiais
História coletiva. Uma pessoa começa a contar uma história e as outras vão completando, improvisadamente.
Tipo de grupo: Diretores e funcionários
Todos em pé na roda, de costas. A facilitadora diz ao grupo que vai falar algo no ouvido de cada um. Ela escolhe uma pessoa e fala a palavra “líder”. Pede para todos virarem de frente e tentarem advinhar quem é o líder.
Tipo de grupo: Dependentes químicos
Organizar a roda por ordem alfabética e se apresentar.
Tipo de grupo: Idosos
A facilitadora vai convocando, para a apresentação: “Os que são viúvos, cheguem ao meio da roda”, “Agora os que têm netos....”
Tipo de grupo: Grupo heterogêneo grande
Quadrilha. A facilitadora fica no meio da roda, que têm o mesmo número de cadeiras que os participantes – uma pessoa vai ficar em pé. De acordo com as consignas, as pessoas vão mudando de lugar: quem está de camisa azul, quem gosta de sorvete, etc. A pessoa que fica no meio é que dá a consigna.
Encerramento da intervisão: Chuá
Grupinhos de seis pessoas. Uma no meio, que vai girando e recebendo tapinhas no corpo – exceto mamas e órgãos sexuais, tendo cuidado com o rosto. Depois de um tempo, o grupo coloca as mãos na cabeça da pessoa e varrem de cima para baixo, enquanto soltam o som de “CHUÁ!”
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Por que cantamos na Terapia Comunitária?
Cantamos porque acreditamos que uma música, tanto com sua letra quanto com seu som nos acolhem e nos permitem compartilhar, nesta outra forma de linguagem, emoções, percepções e sensações que as vezes só com as palavras não damos conta.
Uma canção entoada por um grupo pode se transformar num ninho acolhedor num momento de aflição, em uma caricia num momento de solidão ou até pode provocar uma boa risada num momento em que nos sentimos menos alegres.
Quem dizia que aqueles que cantam seus males espantam, já sabia muito bem de que falava!
Vamos cantar!
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